Desprezei um pedaço que ficou
Andei e segui por muito tempo sem senti-lo em mim
E agora que perdi realmente entendi
Sei bem o que ocorreu
Eu deixei a falta corroer, até o fim me encontrar
E corri depressa para alcançar
Mas a pé já não havia como
E veloz como se foi
Exatamente como cai
Vertiginosamente despenquei
E fui parar ao teus pés
E me algemei, me aprisionei pois ali encontrei segurança
E foi assim que me comportei
Até então
Não respirei para não roubar teu ar
Mas não te libertei com medo de não te encontrar
E assim fiquei, sem rumo, sem você e sem ar
Com medo de livre ser e mais medo de te perder
Porque certeza eu só tenho e tive a certeza de amar
De amar você
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Fiz esse poema para lembrar para as pessoas que ser autentico não significa ficar copiando o que é de fora, e nem se adequar a realidades menores, a grupos isolados, ser diferente é ser único, não estar a busca de notoriedade, banalizando culturas que eram importantes que haviam um significado, como as tatuagens que viraram um enfeite apenas, onde hoje poucas pessoas fazem com um significado, como os piercings e como a quantidade de fumantes adolescentes, alcoólatras juvenis, que usam tais coisas para se afirmar na sociedade, para se incluir e ser admirado por NADA.
Leiam e reflitam!
As faces que me rodeiam
Lançam olhares que me incomodam
Lançam andares que fogem ao ritmo
Criam estórias que me enojam
Trazem memórias que repugno
Louvem ao inusitado
Por simplesmente inusitado ser
Apreciem a covardia de enjaular-se
Mantenham mentes ausentes
Justifiquem a alienação
No fato de querer ser
Transparecer algo novo, e irreverente
Mas que não é, nunca foi, nem será diferente
Enfeitar-se, isolar-se não é nada fascinante
Pintar corpos sem motivo
Desenhos rabiscados com toques de artistas natos
Lindos desenhos pintados em corpos que nada valem
Neles, obras de arte sem sentido
Pobres inúteis buscando o fútil
Tornam o que pra alguns é algo real
Um simbolo de liberdade
Transformam figuras incríveis, repletas de sentimento e verdade
Em uma busca desenfreada pelo notório
Uma corrida incessante e ridícula
Por popularidade
Leiam e reflitam!
As faces que me rodeiam
Lançam olhares que me incomodam
Lançam andares que fogem ao ritmo
Criam estórias que me enojam
Trazem memórias que repugno
Louvem ao inusitado
Por simplesmente inusitado ser
Apreciem a covardia de enjaular-se
Mantenham mentes ausentes
Justifiquem a alienação
No fato de querer ser
Transparecer algo novo, e irreverente
Mas que não é, nunca foi, nem será diferente
Enfeitar-se, isolar-se não é nada fascinante
Pintar corpos sem motivo
Desenhos rabiscados com toques de artistas natos
Lindos desenhos pintados em corpos que nada valem
Neles, obras de arte sem sentido
Pobres inúteis buscando o fútil
Tornam o que pra alguns é algo real
Um simbolo de liberdade
Transformam figuras incríveis, repletas de sentimento e verdade
Em uma busca desenfreada pelo notório
Uma corrida incessante e ridícula
Por popularidade
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