Ela se desmanchou em lágrimas e se recuperou
A distância me fez ascender assim como me fez cair
E eu voando lentamente estou
Em busca das folhas verdes
Aquelas que me compram distrações
Mas não amor
Na loucura de rotinas, reuniões
Os números e os rabiscos
Os desenhos nas telas de LCD
As projeções de um futuro mais amplo
Em busca do apogeu eu me engano
Mas não esqueci
E por mais que o sucesso aconteça
Nem nos textos, nem nas músicas, nem nos poemas
Eu nunca vou estar satisfeito
Porque eu sofro
Mesmo que
Hoje ainda sofra menos
Mas a minha busca foi intensa
E ela buscava a paz, a calma e a beleza
E a paz não encontrei
Mas espero encontrar
Porque nem sei mais o que quero
Mas sei
Sofrer não quero mais
E a beira de me apaixonar...
Eu temo... Eu só temo
Não me entrego mais
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Açucar Mascavo...
Soando ficou
O leve suspiro que vicia
Ainda o cheiro da boca quente
Inebriante, me envenenou
Me embebedou com uma unica taça
Que nem de liquidos e nem de venenos
Tão pouco de carencias
Só um olhar que penetrou um coração
Só um olhar que acariciava a alma
Que em mim ja era amarga
Me preencheu num vazio infinito
Adoçou na sutileza
Como açucar mascavo
Avidez eu senti por um beijo
Quase me atirei em tais labios
E eu espero
Porque de ponteiros nem vivo
E do meu abandono eu não sou escravo
Aprecio os sabores
De injurias alheias
Ao alcance das grandes e também pequenas
Valentes emoções
O leve suspiro que vicia
Ainda o cheiro da boca quente
Inebriante, me envenenou
Me embebedou com uma unica taça
Que nem de liquidos e nem de venenos
Tão pouco de carencias
Só um olhar que penetrou um coração
Só um olhar que acariciava a alma
Que em mim ja era amarga
Me preencheu num vazio infinito
Adoçou na sutileza
Como açucar mascavo
Avidez eu senti por um beijo
Quase me atirei em tais labios
E eu espero
Porque de ponteiros nem vivo
E do meu abandono eu não sou escravo
Aprecio os sabores
De injurias alheias
Ao alcance das grandes e também pequenas
Valentes emoções
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Ninguém morre de amor...
Num segundo
eu me permiti flutuar
E sondei a própria solidão
Para indagar a ela, sim
Até onde ela iria me levar
Fui alimentando os dilemas
Esquivando dos problemas
Num auto-flagelamento quase sem fim
Surtei
Me magoei, e deixei que ela me levasse até a alma
E a ela, quase fui a me render
Me neguei por inteiro
Neguei do ego ao meu bel-prazer
Até que o sol nasceu
No alto do Iporanga
Os raios de sol invadiam a folhagem
A bruma da manhã era leve
Menos densa do que se via
Quando olhava ao espelho
Para obter os olhos a minha própria imagem
Epifânia que me tirou do prumo
Distanciou minha mente do lado depressivo
Não por horas, nem por dias
Mas por um unico segundo
Um segundo que me amenizou a dor
Pois entendi que por mais intenso que seja
Por mais que ainda permaneça
Por mais que a ferida cresça
NINGUÈM MORRE DE AMOR
eu me permiti flutuar
E sondei a própria solidão
Para indagar a ela, sim
Até onde ela iria me levar
Fui alimentando os dilemas
Esquivando dos problemas
Num auto-flagelamento quase sem fim
Surtei
Me magoei, e deixei que ela me levasse até a alma
E a ela, quase fui a me render
Me neguei por inteiro
Neguei do ego ao meu bel-prazer
Até que o sol nasceu
No alto do Iporanga
Os raios de sol invadiam a folhagem
A bruma da manhã era leve
Menos densa do que se via
Quando olhava ao espelho
Para obter os olhos a minha própria imagem
Epifânia que me tirou do prumo
Distanciou minha mente do lado depressivo
Não por horas, nem por dias
Mas por um unico segundo
Um segundo que me amenizou a dor
Pois entendi que por mais intenso que seja
Por mais que ainda permaneça
Por mais que a ferida cresça
NINGUÈM MORRE DE AMOR
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