Ela inspirou ao ar
O mais doce perfume
E fez o universo quebrar o equilíbrio
Me situando a uma condição tão sublime
Em um toque singelo e fora de costume
E foi tão lindo contemplar doces palavras
Escapando pelas beiradas
Desfazendo pouco a pouco as incertezas
Dissolvendo em carinho as cascas
Que o orgulho deixou se envolver
E que o medo mantinha por perto
A fim de fazer esquecer
Como é bom essa loucura que é o se apaixonar
E eu passo os dias a admirar
O quão forte ela ainda pode ser
Se é tão diferente de tudo o que vi
E tão surpreendente a ponto de me intrigar
E me embriagar nessas taças
Um cristal delicado transbordando vinho escarlate
Da cor do sangue que pulsa enlouquecido em meu peito
Pulsa tanto ao lhe ver quanto ao lhe beijar
E eu tenho tanto de mim pra mostrar
Tanto sentimento a expor
Tanto carinho a lhe dar
Tantas palavras de amor
E não será o bastante
Ainda me vejo adentrar seus portões
E compor novas canções
Que almejo profundamente que venham a lhe encantar
Então que venha logo o domingo
E me deixe continuar sentindo
O que senti hoje
Ao lhe ouvi falar...
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Que me leve nesse beijo quente...
Antes que eu me esqueça de todos os versos que recitei
De todos os poemas que escrevi
Me designo a declarar-me nessa noite
Um dependente emocional
Crio e quebro estas regras que me imponho
Ao tentar proteger o meu peito do inevitável
Tentando viver, mas não tanto
E nem tão pouco
Tentando acolher o amor
E de maneira inútil
Vir a reverter um possível desgosto
Já que esse controle já me fugiu de controle
E o que me resta é apreciar esses traços
Tocar e me deliciar em tais labios
De beijo de sabor insolúvel
Que permanece nos dias
Assim como o pensamento
Sem entender e nem explicar
Qual o teor insalubre
Que me corresponde esse sentimento
E não sei como habituar
Com a sinceridade tão aparente
Que permeia de admiração a encanto
Que não espera nem rosas nem pranto
Maturidade emocional
Um coração que demonstra o carinho sem excessos
Uma medida exata e suficiente
Não sei de fato que sentimentos esperar dela
Mas meus ouvidos vão a busca
E minhas palavras vão a caça
Entre deixas e palavras confusas
Não quero acomodar
A esperar o que mais for conveniente
Mas quero deixar que me leve nesse beijo quente
E vou ultrapassando metro a metro os limites
E que leve alem dos olhos
Alma, corpo e mente
Assim, só assim
Vai ser diferente.
De todos os poemas que escrevi
Me designo a declarar-me nessa noite
Um dependente emocional
Crio e quebro estas regras que me imponho
Ao tentar proteger o meu peito do inevitável
Tentando viver, mas não tanto
E nem tão pouco
Tentando acolher o amor
E de maneira inútil
Vir a reverter um possível desgosto
Já que esse controle já me fugiu de controle
E o que me resta é apreciar esses traços
Tocar e me deliciar em tais labios
De beijo de sabor insolúvel
Que permanece nos dias
Assim como o pensamento
Sem entender e nem explicar
Qual o teor insalubre
Que me corresponde esse sentimento
E não sei como habituar
Com a sinceridade tão aparente
Que permeia de admiração a encanto
Que não espera nem rosas nem pranto
Maturidade emocional
Um coração que demonstra o carinho sem excessos
Uma medida exata e suficiente
Não sei de fato que sentimentos esperar dela
Mas meus ouvidos vão a busca
E minhas palavras vão a caça
Entre deixas e palavras confusas
Não quero acomodar
A esperar o que mais for conveniente
Mas quero deixar que me leve nesse beijo quente
E vou ultrapassando metro a metro os limites
E que leve alem dos olhos
Alma, corpo e mente
Assim, só assim
Vai ser diferente.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Romantismo Demodé
Volto a ver os dias de uma forma mais viva
Sentir o cheiro da terra molhada num dia chuvoso
Enrolado nos braços de um alguém
Que me devolveu o fôlego
Ao me doar alegria
E me contagia perfeita e completamente
Fico a deleitar esse flerte tão belo
Vivendo essa intensa magia
De sorrisos que podem não ser
Mesmo que eu não me importe se serão eternos
E veja como reflete lindamente
O brilho de uma paixão recém-nascida
Como nascente
Correndo em meio as pedras duras
Suave e lentamente
Eu penso
Logo não exito
Em me submeter
A essa sensação à flor da pele
Latente
Quem sabe possa apontar as consequências
Ou não
De me entregar a amores inconsequentes
E me permitir a insanidade
De um peito sem jeito
Que vive a saudade
De exercer esse romantismo tão "Demodé"
Eu prefiro correr todo o risco
De apreciar de tão alto essa vista
Posso sonhar com os beijos mais doces
Ou vir a chorar sobre o chão que ela pisa.
Sentir o cheiro da terra molhada num dia chuvoso
Enrolado nos braços de um alguém
Que me devolveu o fôlego
Ao me doar alegria
E me contagia perfeita e completamente
Fico a deleitar esse flerte tão belo
Vivendo essa intensa magia
De sorrisos que podem não ser
Mesmo que eu não me importe se serão eternos
E veja como reflete lindamente
O brilho de uma paixão recém-nascida
Como nascente
Correndo em meio as pedras duras
Suave e lentamente
Eu penso
Logo não exito
Em me submeter
A essa sensação à flor da pele
Latente
Quem sabe possa apontar as consequências
Ou não
De me entregar a amores inconsequentes
E me permitir a insanidade
De um peito sem jeito
Que vive a saudade
De exercer esse romantismo tão "Demodé"
Eu prefiro correr todo o risco
De apreciar de tão alto essa vista
Posso sonhar com os beijos mais doces
Ou vir a chorar sobre o chão que ela pisa.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Tayla Sanchez
Eu devo a ela todas as gratidões
Me acompanha há tempos e distancias
E ela suportou entender
Todos os buracos causados em mim
E realmente conheceu
Do pior de mim
Entre tempestades e furacões
Das mais pesadas emoções
Sendo mais presente estando ausente
Do que corpos presentes que se fizeram distantes
Do que homens valentes de pobre coração
E trouxe a textos sem sentido
Uma palavra que abriga em seu intimo
O repudio de todas as riquezas
Os valores das coisas mais simples
O passear envolvendo os pés na areia
O valorizar sem conhecer
E transpor as distancias
Para poder explicar o que é ser
O que você nunca deixou Tayla Sanchez
Uma amiga para nunca esquecer
Me acompanha há tempos e distancias
E ela suportou entender
Todos os buracos causados em mim
E realmente conheceu
Do pior de mim
Entre tempestades e furacões
Das mais pesadas emoções
Sendo mais presente estando ausente
Do que corpos presentes que se fizeram distantes
Do que homens valentes de pobre coração
E trouxe a textos sem sentido
Uma palavra que abriga em seu intimo
O repudio de todas as riquezas
Os valores das coisas mais simples
O passear envolvendo os pés na areia
O valorizar sem conhecer
E transpor as distancias
Para poder explicar o que é ser
O que você nunca deixou Tayla Sanchez
Uma amiga para nunca esquecer
domingo, 11 de novembro de 2012
Celebrar
Veja só como dia está lindo lá fora
Abra seus braços e aqueça seu coração com os raios de sol
E deixe que a luz do dia invada
Pelo menos por hoje
E que sinalize seus passos como um farol
Que o barulho dos carros
E dos passos
Neste momento único
Não soem mais alto que o canto dos pássaros
E que ninguém ceda a essa pressão dos corredores estreitos
Que os sorrisos resplandeçam incessantemente
Antes que sobrancelhas arqueadas te imponham a condição de ter
E o ser nunca passe a existir feliz
E que passemos a comemorar essa instabilidade
E nessa irregularidade de emoções
Por que não fazer como a canção diz?
Vamos sair da frente das telas
"Vamos pintar o nosso nariz"
"Já que todo o carnaval tem seu fim"
Abra seus braços e aqueça seu coração com os raios de sol
E deixe que a luz do dia invada
Pelo menos por hoje
E que sinalize seus passos como um farol
Que o barulho dos carros
E dos passos
Neste momento único
Não soem mais alto que o canto dos pássaros
E que ninguém ceda a essa pressão dos corredores estreitos
Que os sorrisos resplandeçam incessantemente
Antes que sobrancelhas arqueadas te imponham a condição de ter
E o ser nunca passe a existir feliz
E que passemos a comemorar essa instabilidade
E nessa irregularidade de emoções
Por que não fazer como a canção diz?
Vamos sair da frente das telas
"Vamos pintar o nosso nariz"
"Já que todo o carnaval tem seu fim"
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Como um amor Oriental...
Sinto uma lasca de meu coração se refazendo
E se faz da poeira, se afirmando concreto
Ao olhar para o horizonte e voltar a ser
Voltar a apreciar o cair da noite
E no momento mais indiscreto
Talvez o mais relevante
Me leva levemente na canção
Guiado ao encantamento
A melhor sensação
De sentimentos que desejo profundamente
Que não sejam declarados em vão
E sinto nesse momento tão involuntário
A necessidade de alimentar essa brasa
Que durante longo período
Se perdeu do oxigênio
Se apagou por varias noites
Não acendia por nada
E precisava esse coração desolado
Sentir uma brisa
Para observar o que se quebrou
Em milhões de pedaços
Assim como vidraça
E num caco pequenino
Escondido, quase imperceptível
O reflexo de um olhar amendoado, angelical
Uma musa de traços raros
Como a arte que a desenha
Um beijo suave do destino
Insinua o inusitado
Como um amor Oriental
E se faz da poeira, se afirmando concreto
Ao olhar para o horizonte e voltar a ser
Voltar a apreciar o cair da noite
E no momento mais indiscreto
Talvez o mais relevante
Me leva levemente na canção
Guiado ao encantamento
A melhor sensação
De sentimentos que desejo profundamente
Que não sejam declarados em vão
E sinto nesse momento tão involuntário
A necessidade de alimentar essa brasa
Que durante longo período
Se perdeu do oxigênio
Se apagou por varias noites
Não acendia por nada
E precisava esse coração desolado
Sentir uma brisa
Para observar o que se quebrou
Em milhões de pedaços
Assim como vidraça
E num caco pequenino
Escondido, quase imperceptível
O reflexo de um olhar amendoado, angelical
Uma musa de traços raros
Como a arte que a desenha
Um beijo suave do destino
Insinua o inusitado
Como um amor Oriental
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
A repulsa...
Eu queria entender esse apego ao repugnante
Desvendar os mistérios desse prazer
Eu quero controlar a minha sede de estourar a qualquer momento
Eu queria não odiar essa maneira fútil de se deixar morrer
Eu queria não precisar enxergar, eu queria nunca mais ver
Ou que não existisse esse mal que me afeta
Que me afeta a partir de você
Eu não entendo o porquê desse ódio
Que me pega, me usa, e abusa
Para entrar em conflito por pouco
Um pouco que me causa repulsa
Uma fumaça que me deixa triste
Uma brasa que se acende
E que eu não sei como não deixar
Que esse amargo te invada
De braços atados
Me machuca primeiro
A te machucar
Desvendar os mistérios desse prazer
Eu quero controlar a minha sede de estourar a qualquer momento
Eu queria não odiar essa maneira fútil de se deixar morrer
Eu queria não precisar enxergar, eu queria nunca mais ver
Ou que não existisse esse mal que me afeta
Que me afeta a partir de você
Eu não entendo o porquê desse ódio
Que me pega, me usa, e abusa
Para entrar em conflito por pouco
Um pouco que me causa repulsa
Uma fumaça que me deixa triste
Uma brasa que se acende
E que eu não sei como não deixar
Que esse amargo te invada
De braços atados
Me machuca primeiro
A te machucar
Desventuras
Nossos nomes desvairados e afls.
Esqueci cada um.
Em ponto de dizer-lhes e nega-los o que sempre fiz
Em todos os dias da minha vida
De todos os enganos que eu me permiti
Revoga-los para buscar o fim da busca
E entreter-me para distrair minha cabeça confusa
Desprender-me da minha condição avulsa
Para encantar-me com mais uma mentira doce
De tristeza ou felicidade intrusa
Visceral, infernal, latente
Os olhos que me inspiram o amor
Os versos mais belos
Saem gotas de tristeza que se secam ao vento
Intensificam as sensações
Vivendo, estando, equilibrando aos extremos
E nas paixões os enredos
E nas versões, emoções
Que envolvem multidões em verões
Que somem no tempo
Mas que assim como foi
Alguns ficam
E se movem, até que se provem
Até se comovem, sem destoar de um restante
Que aspira além de um instante
Sim
Talvez um romance
Sim
Talvez um drama,
Ou uma história para nunca esquecer
Simplesmente querendo
Uma vida para se viver
No alto da colina
Por que não devolve o amor que eu te dei
Se nele só junta poeira no teu coração
E porque o tempo me amarra em cordas pesadas
E com mãos atadas não desfaço os nós
E quantas trincheiras ainda cavarei nessa guerra
Contra meu peito teimoso
Que me guia ao desgosto
Toda vez que eu amar
Me compreenda
Não vejo nada em meu caminho
Somente a arte do desalinho
A qual me embaraço pra não despencar
E se eu despenco num instante
Me sinto no alto de uma colina
Com a mesma corda pesada
em meu pescoço enrolada a me enforcar
Mas se assim tão distante
Não deixou minha vida
Nem deixou saída
Me deixou despencar
Se nele só junta poeira no teu coração
E porque o tempo me amarra em cordas pesadas
E com mãos atadas não desfaço os nós
E quantas trincheiras ainda cavarei nessa guerra
Contra meu peito teimoso
Que me guia ao desgosto
Toda vez que eu amar
Me compreenda
Não vejo nada em meu caminho
Somente a arte do desalinho
A qual me embaraço pra não despencar
E se eu despenco num instante
Me sinto no alto de uma colina
Com a mesma corda pesada
em meu pescoço enrolada a me enforcar
Mas se assim tão distante
Não deixou minha vida
Nem deixou saída
Me deixou despencar
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Orvalho
Queria que todas as noites eu pudesse sonhar
E fizesse como o orvalho que umedece a figueira
E fizesse como o orvalho que umedece a figueira
Até evaporar
Como os ferros que queimam, e marcam
Mas que marcasse profundo
Mas que marcasse profundo
Mas sem machucar
For, seria mais sensato o exilio
Mas que província seria adequada a mim
Se nada me enquadra
e tampouco me envolve
Se me sinto pertencente do nada
Encantado pelas artes mais raras
As mais fascinantes
As mais magoadas
As mais magoadas
Em sensações que destroem
E eu posso
Com toda certeza
Persuadir os meus medos
Mas sem eles nada faço
Não canto, não amo e nem escrevo
E torno o rabisco do esboço
E o ponto do traço
Prefiro o medo de sentir
E chorar
Prefiro esquecer o que não deixo
E esquecer que não deixo de amar...
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
O que ainda espero...
Tudo poderia nascer em um segundo
E me fazer apreciar a beleza dos dias
A pureza dos olhares que se vão
As cores que se formam no amanhecer
Nas noites estreladas ao teu lado
Nos braços que permitem o calor
E por quê não o amor?
Que só se faz em segredo
Quando nada se espera
Quando se busca razão pra viver
E por quê me interessaria
Se fosse simplório o sentimento
Nas noites estreladas ao teu lado
Nos braços que permitem o calor
E por quê não o amor?
Que só se faz em segredo
Quando nada se espera
Quando se busca razão pra viver
E por quê me interessaria
Se fosse simplório o sentimento
Por que eu deixaria as palavras sem rumo
Largadas ao vento
Se o mundo não busca o que eu te propus
Se cada lábio que eu toco se vai nas ondas do esquecimento
E os passos que eu dou vão de encontro ao incerto
Incerteza que desde o principio seduz
Mas nada intervem
Só o tempo
Só o tempo
Que não me permite dizer
Que não apresenta tua face
Mas em meus sonhos já pude dizer
Te encontrei. Prazer!
Que não apresenta tua face
Mas em meus sonhos já pude dizer
Te encontrei. Prazer!
domingo, 28 de outubro de 2012
...Se todos os dias me passasse uma névoa de solidão
A cada desilusão buscaria em alguém alicerce
E procuraria nos desejos mais profanos... distração
E porque não, declararia os males do amor aos quatro ventos
E me limitaria a caminhar olhando para o chão
E na desistência talvez um encanto quebrasse todas as barreiras
E eu propusesse ao destino que acabasse com as minhas decepções
E ao me ferir
Entender por mim mesmo
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Dos meus sonhos? A canção...
Não sei
Sinceramente
Não sei se queria reencontrar o amor
Se gostaria de sentir o calor
De me apaixonar perdidamente
Mas sinto
A falta de sentir
Algo maior que o vazio que se instalou
Talvez fosse a dor
Que me mantivesse intenso
Que me ligasse de alguma forma ao principio
A razão
Talvez fosse a unica razão
A fazer me sentir verdadeiramente vivo
E foi tão triste a mudança
Saber que nenhum rosto me vem a cabeça
Saber que há meses nenhuma paixão me encanta
E quando me vejo a frente de uma ligeira faísca
Essa faísca umedece e apaga
E por quê não dizer dos meus sonhos?
Que se foram junto as ilusões
Que de mãos dadas quebraram guitarras e violões
E calaram há três anos as cordas que vibravam minha voz
Não ouvi mais canções
Para que houvesse cura
Antes que eu me envolvesse em meio as multidões
E tentei me enquadrar mas não consegui
Me nego a ser
Sei que nunca irei ser
E prefiro partir a viver
sendo apenas mais um em milhões
Sinceramente
Não sei se queria reencontrar o amor
Se gostaria de sentir o calor
De me apaixonar perdidamente
Mas sinto
A falta de sentir
Algo maior que o vazio que se instalou
Talvez fosse a dor
Que me mantivesse intenso
Que me ligasse de alguma forma ao principio
A razão
Talvez fosse a unica razão
A fazer me sentir verdadeiramente vivo
E foi tão triste a mudança
Saber que nenhum rosto me vem a cabeça
Saber que há meses nenhuma paixão me encanta
E quando me vejo a frente de uma ligeira faísca
Essa faísca umedece e apaga
E por quê não dizer dos meus sonhos?
Que se foram junto as ilusões
Que de mãos dadas quebraram guitarras e violões
E calaram há três anos as cordas que vibravam minha voz
Não ouvi mais canções
Para que houvesse cura
Antes que eu me envolvesse em meio as multidões
E tentei me enquadrar mas não consegui
Me nego a ser
Sei que nunca irei ser
E prefiro partir a viver
sendo apenas mais um em milhões
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Uma fração de razão...
Perco as noções do mundo
E se me despedaço
Por um amor improvável
É porque desse sonho não encontro um fim
Mas também desse abismo não encontro o fundo
Porque nem só de sorriso me passa a felicidade
Só bastaria um olhar
Que viesse certificar algo maior que saudade
Talvez se eu te fosse mais ausente
Quem sabe fosse o suficiente
Sentimento esse
Que me bate e me domina
Quase que completamente
Restando uma pequena fração de razão
Para que eu não me perca em desespero
Jamais seria fatal
Sem decepção
Quem me dera houvesse um sentido
Algo que a mim valesse mais que a vida
Uma carta de alforria
A me libertar da solidão
Mas sem razão
Eu nada sei
O que faria? Se faria?
Se do pior vestiria
E me despir da bondade
Para enganar meu coração.
E se me despedaço
Por um amor improvável
É porque desse sonho não encontro um fim
Mas também desse abismo não encontro o fundo
Porque nem só de sorriso me passa a felicidade
Só bastaria um olhar
Que viesse certificar algo maior que saudade
Talvez se eu te fosse mais ausente
Quem sabe fosse o suficiente
Sentimento esse
Que me bate e me domina
Quase que completamente
Restando uma pequena fração de razão
Para que eu não me perca em desespero
Jamais seria fatal
Sem decepção
Quem me dera houvesse um sentido
Algo que a mim valesse mais que a vida
Uma carta de alforria
A me libertar da solidão
Mas sem razão
Eu nada sei
O que faria? Se faria?
Se do pior vestiria
E me despir da bondade
Para enganar meu coração.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Sabe...
Sabe...
Como? Explicar não sei
Mas Hoje
Estou a sentir o céu tão baixo
Estou a sentir o céu tão baixo
A ponto de olha-lo, toca-lo
E de tão falso
Enfurecer e quebra-lo
Sabe...
Me desafio todos os dias a
não buscar teu perfume
Até me encarcero para não ir
de encontro
E me vejo tão fraco
Fraqueza que causo para não
haver forças
Para nem por descuido chamar
o teu nome
Me contrario inclusive
Numa jornada tão descabida
Sondando meu coração de
mulheres
Que não despertarão em mim
mais que desejo
Que pouco a nada despertarão
o tal zelo
E muito menos o sentimento
mais nobre
Querendo que ao menos costume
o tempo me dê
Afim de que dessa angustia
ainda reste vida
E desse martírio outro amor
me tome
Queria Eu
Saber previamente
Que o tempo não cura
A ferida não sara
Dói
Custa cicatrizar
O infinito no peito pode soar
menos profundo
Mas ainda será, mesmo que o
mundo pare
O céu pode até não desabar
Mas de nada me importa o céu
Sem sol, sem lua sem noite a
estrelar
Ainda me vejo a viver
A preferir me perder
Me perder do ar
Que a vida se perca no
instante
A que por mais de um segundo
Sem você
Estar
domingo, 25 de março de 2012
Como tsunamis
Um poema
De absoluta certeza
Súbita consciência que me invadiu essa noite
E adormeci num leito tão terno
Idealizando nos sonhos as intensões mais belas
Surtindo os efeitos das despedidas
Saudando as emoções repentinas
Saboreei sensações em olhares
No esvoaçar de cabelos molhados
Nos gestos de livre expressão
Transbordei meu coração de alegria
Como tsunamis
Transbordando mares
E saciei o desejo
De me encantar novamente
Um encanto sutil
Controlável
Que foi sim uma busca
Uma loucura evidente
Mas por demais, agradável
Crescente
Se permitido
Permissivo
Mas vivido lucidamente
Um encanto diferente
Com riscos
Imprevisível
Mas um momento perfeito
A deparar a tentação
E me envolver em outros lábios
Alguém para chamar de amor
Eu poderia usar mil palavras para descrever o seu sorriso
Eu poderia igualar a alegria
Quando ao teu lado estiver
De ruina a Paraíso
Eu me libertaria de cada conceito pré-moldado
Para surpreender a cada dia
E me desdobraria se preciso
Para confortar-te nesta noite
E te aquecer
Quando não suportar mais o frio
Ocasiões eu criaria para te encontrar por um acaso enganoso
E iludiria o tempo para que ele não fosse tão rápido
Lamentaria a distância tão curta
Entre te encontrar e dar o ultimo passo
E dentre todas as adversidades
Eu me esquivaria das injúrias
Se assim causasse o sabor mais envolvente
Se te fizesse mais entregue em peito e alma
E tua boca em minha boca percorresse
E corações pulsassem no mesmo padrão
Num ritmo acelerado
Inconsequente
Mas pudera eu conseguir te doar meu amor
Você teria um homem pra chamar de seu
E eu teria alguém para transbordar carinho
A me encantar dia a dia
Eu faria do inferno o céu
Para que fosse tudo como sempre sonhou
E eu não precisaria me sentir sozinho
Pois eu teria alguém...
Alguém para chamar de amor
terça-feira, 20 de março de 2012
Disposto a...
As vozes melodiosas quase me desiludiram
Me aproximei do fundo da minha amargura
E a mesma se estendeu
E envolveu dos pés ao sorriso
E tornou finito o maior dos prazeres
Violentaram as minhas virtudes
Me negando incentivo
Sem nenhum alivio
Ignorei todos eles
E me atirei pelo mundo
Propagando minha verdade
Analisando a olho nu
Cada pedaço da minha vida
A custos altos eu continuo
Vivendo, escrevendo
Musicando meus versos
Extremos em cada composição
Trilhados de sentimentos adversos
Orgulho, ódio e medo
Quedas, lamúrias, paixão
Ascensão
Que seja
Eu perseverante sou
Contrariando a selva ao meu redor
E ao que for preciso
Eu não renego os meus medos
Dou do meu corpo
Meu sangue
A expor a luta e o suor
E deixo aos ventos as palavras
Na ruas meus passos
E com plena sinceridade
Enfraquecido ainda exclamo
Eu morro por minha ARTE
Me aproximei do fundo da minha amargura
E a mesma se estendeu
E envolveu dos pés ao sorriso
E tornou finito o maior dos prazeres
Violentaram as minhas virtudes
Me negando incentivo
Sem nenhum alivio
Ignorei todos eles
E me atirei pelo mundo
Propagando minha verdade
Analisando a olho nu
Cada pedaço da minha vida
A custos altos eu continuo
Vivendo, escrevendo
Musicando meus versos
Extremos em cada composição
Trilhados de sentimentos adversos
Orgulho, ódio e medo
Quedas, lamúrias, paixão
Ascensão
Que seja
Eu perseverante sou
Contrariando a selva ao meu redor
E ao que for preciso
Eu não renego os meus medos
Dou do meu corpo
Meu sangue
A expor a luta e o suor
E deixo aos ventos as palavras
Na ruas meus passos
E com plena sinceridade
Enfraquecido ainda exclamo
Eu morro por minha ARTE
sábado, 3 de março de 2012
03 de março
Nunca pensei
Ou melhor
Já pensei várias vezes
Mas nunca assim
Que uma noite tão tensa
Não me deixasse dormir
E essa madrugada de sexta
Me fez virar do avesso
E escrever quatro textos
Com o mesmo tema
Já passou da meia noite
E eu escravo
Acordado
Esperando amanhecer
Desejando um abraço
No terceiro dia do mês
Aniversário do Chico
Dia 3 de março
São duas da manhã
Pelas 8 eu trabalho
Morfeu não vem me ajudar
Ela não sai da cabeça
E vou encontrar o meu pai
Bem pior que cansado
Desses poemas de rimas
Todo estruturado
Eu detestei cada um
Mas precisava dizer
Que ainda fico abalado
Meu defeito
Se sanidade me falta
Eu entendo
Estar a tua volta é imprescindível
E mesmo querendo seria demais
Seria uma linha tênue
Entre o raro e o quase impossível
Quando a luz acender
Meu masoquismo aparente
Ficará nítido em ti
Que te ver ainda é melhor que devia
Meus sentimentos, todavia
Não deveria sentir
Mas a escolha foi de quem
Eu sugiro a você que me diga
Eu sei, meu amor
A escolha foi minha
E só minha
Tentativa frustrada de me proteger
Você não disse
Mas queria
Você fez de tudo pra eu me arrepender
E o ato em si foi direito
O desenrolar, imperfeito
No que resultou?
No sofrer
E agora
Qual foi meu defeito?
Não saber te perder...
Minha pequena, (virgula)
Eu preciso te dizer
Que esse verão é tão frio
Que esse quarto é vazio
E meu amor ainda queima
Eu preciso escutar tua voz
Poder exclamar meu amor
Saber que não eu
E sim Nós
Eu preciso desvencilhar essas mágoas
Me encantar sem pudor
Pois renegando o amor
Eu não encontrei mais nada
Eu preciso me contradizer duas vezes
Para voltar ao princípio
E se caso preciso
Negar a mim por três vezes
Eu só preciso
De uma nova loucura
Da sua cama tão minha
E da beleza tão sua
Eu preciso esquecê-la
Mas não consigo não vê-la
Me conformar que perde-la
Se tornou um fracasso
Só que nem quero. Só preciso
Mas até preciso, e não acho
E por que não dize-la
Desse amor tão fugaz
Inevitável demais
Para jogar da janela
E sem escapar
Não conseguirei agora
E talvez nunca
Jamais
Sem sair do lugar
Porque tudo é muito
Um pouco demais
Porque é tão presente
Nos copos, nas xícaras
Nos domingos de tarde
Lanchonetes de esquina
Nas paredes riscadas
Até nas Padarias, nas casas
Nos shows e até nos quintais
São lembranças constantes
De uma pequena virgula
Que ficou infinita
Enfim
Marcante demais...
Tanto diamante quanto areia...
Não entendo como pode
Tudo ser construído
Em cima de algo tão forte
E destruir nosso castelo
No qual eu acreditei piamente
Que era uma fortaleza
E sem fraqueza
Jamais ia desmoronar
Estruturado em diamantes
Foi assim meu ideal
Eu construí com um amor que nunca irá findar
Com ou sem você comigo
Não haverá outro igual
Nunca seria banal
Mas foi no sopro mais intenso
Foi ao chão sem nem piscar
O castelo de areia
Foi-se a se desmanchar
E eu continuei ali preso
Enterrado
Quase morto
Diferença quase nula
Um falecido á respirar
E nessa morte tão vivida
Não me resta quase nada
A bebida não preenche
Nenhum beijo eu desejo
Nenhum corpo me excita
Nenhuma canção me embala
Resta a mim
A caneta
E nem vontade me vem dela
Já sei que ela se apaixona
E não te tira da cabeça
Ela escreve, enquanto eu sinto
E assim eu te espero
Se o telefone tocar eu suspiro
Se não tocar... eu me rendo
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Um futuro, um bom futuro... sem paz
Ela se desmanchou em lágrimas e se recuperou
A distância me fez ascender assim como me fez cair
E eu voando lentamente estou
Em busca das folhas verdes
Aquelas que me compram distrações
Mas não amor
Na loucura de rotinas, reuniões
Os números e os rabiscos
Os desenhos nas telas de LCD
As projeções de um futuro mais amplo
Em busca do apogeu eu me engano
Mas não esqueci
E por mais que o sucesso aconteça
Nem nos textos, nem nas músicas, nem nos poemas
Eu nunca vou estar satisfeito
Porque eu sofro
Mesmo que
Hoje ainda sofra menos
Mas a minha busca foi intensa
E ela buscava a paz, a calma e a beleza
E a paz não encontrei
Mas espero encontrar
Porque nem sei mais o que quero
Mas sei
Sofrer não quero mais
E a beira de me apaixonar...
Eu temo... Eu só temo
Não me entrego mais
A distância me fez ascender assim como me fez cair
E eu voando lentamente estou
Em busca das folhas verdes
Aquelas que me compram distrações
Mas não amor
Na loucura de rotinas, reuniões
Os números e os rabiscos
Os desenhos nas telas de LCD
As projeções de um futuro mais amplo
Em busca do apogeu eu me engano
Mas não esqueci
E por mais que o sucesso aconteça
Nem nos textos, nem nas músicas, nem nos poemas
Eu nunca vou estar satisfeito
Porque eu sofro
Mesmo que
Hoje ainda sofra menos
Mas a minha busca foi intensa
E ela buscava a paz, a calma e a beleza
E a paz não encontrei
Mas espero encontrar
Porque nem sei mais o que quero
Mas sei
Sofrer não quero mais
E a beira de me apaixonar...
Eu temo... Eu só temo
Não me entrego mais
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Açucar Mascavo...
Soando ficou
O leve suspiro que vicia
Ainda o cheiro da boca quente
Inebriante, me envenenou
Me embebedou com uma unica taça
Que nem de liquidos e nem de venenos
Tão pouco de carencias
Só um olhar que penetrou um coração
Só um olhar que acariciava a alma
Que em mim ja era amarga
Me preencheu num vazio infinito
Adoçou na sutileza
Como açucar mascavo
Avidez eu senti por um beijo
Quase me atirei em tais labios
E eu espero
Porque de ponteiros nem vivo
E do meu abandono eu não sou escravo
Aprecio os sabores
De injurias alheias
Ao alcance das grandes e também pequenas
Valentes emoções
O leve suspiro que vicia
Ainda o cheiro da boca quente
Inebriante, me envenenou
Me embebedou com uma unica taça
Que nem de liquidos e nem de venenos
Tão pouco de carencias
Só um olhar que penetrou um coração
Só um olhar que acariciava a alma
Que em mim ja era amarga
Me preencheu num vazio infinito
Adoçou na sutileza
Como açucar mascavo
Avidez eu senti por um beijo
Quase me atirei em tais labios
E eu espero
Porque de ponteiros nem vivo
E do meu abandono eu não sou escravo
Aprecio os sabores
De injurias alheias
Ao alcance das grandes e também pequenas
Valentes emoções
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Ninguém morre de amor...
Num segundo
eu me permiti flutuar
E sondei a própria solidão
Para indagar a ela, sim
Até onde ela iria me levar
Fui alimentando os dilemas
Esquivando dos problemas
Num auto-flagelamento quase sem fim
Surtei
Me magoei, e deixei que ela me levasse até a alma
E a ela, quase fui a me render
Me neguei por inteiro
Neguei do ego ao meu bel-prazer
Até que o sol nasceu
No alto do Iporanga
Os raios de sol invadiam a folhagem
A bruma da manhã era leve
Menos densa do que se via
Quando olhava ao espelho
Para obter os olhos a minha própria imagem
Epifânia que me tirou do prumo
Distanciou minha mente do lado depressivo
Não por horas, nem por dias
Mas por um unico segundo
Um segundo que me amenizou a dor
Pois entendi que por mais intenso que seja
Por mais que ainda permaneça
Por mais que a ferida cresça
NINGUÈM MORRE DE AMOR
eu me permiti flutuar
E sondei a própria solidão
Para indagar a ela, sim
Até onde ela iria me levar
Fui alimentando os dilemas
Esquivando dos problemas
Num auto-flagelamento quase sem fim
Surtei
Me magoei, e deixei que ela me levasse até a alma
E a ela, quase fui a me render
Me neguei por inteiro
Neguei do ego ao meu bel-prazer
Até que o sol nasceu
No alto do Iporanga
Os raios de sol invadiam a folhagem
A bruma da manhã era leve
Menos densa do que se via
Quando olhava ao espelho
Para obter os olhos a minha própria imagem
Epifânia que me tirou do prumo
Distanciou minha mente do lado depressivo
Não por horas, nem por dias
Mas por um unico segundo
Um segundo que me amenizou a dor
Pois entendi que por mais intenso que seja
Por mais que ainda permaneça
Por mais que a ferida cresça
NINGUÈM MORRE DE AMOR
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Quinta-fria
Mais uma tarde de chuva que vem
Uma tarde vazia de quinta
Outra brisa que toca o meu rosto
Que ilude o meu corpo
Ao fechar meus olhos
Que parecem mãos a acariciar meu rosto
Que me traz lembranças antes de trazer desgosto
São gotas que se revoltaram contra o céu
Querendo quebrar o silencio
E convidando o frio a me invadir de novo
Me congelei
Agora meu coração não responde
Minha mente distante
Só se esconde
E a carne sim
Queima por desejos de natureza torpe
Ao menos o frio me torna menos humano
Me impõe um Eu mais mundano
Aquele Eu mais errante
Mais ao acaso
Mais libertino
Mais fascinante
Essas gotas
Uma tarde vazia de quinta
Outra brisa que toca o meu rosto
Que ilude o meu corpo
Ao fechar meus olhos
Que parecem mãos a acariciar meu rosto
Que me traz lembranças antes de trazer desgosto
São gotas que se revoltaram contra o céu
Querendo quebrar o silencio
E convidando o frio a me invadir de novo
Me congelei
Agora meu coração não responde
Minha mente distante
Só se esconde
E a carne sim
Queima por desejos de natureza torpe
Ao menos o frio me torna menos humano
Me impõe um Eu mais mundano
Aquele Eu mais errante
Mais ao acaso
Mais libertino
Mais fascinante
Essas gotas
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Um pouco mais só...
Hoje só por hoje
Optei pelo caminho mais facil
Me entorpeci de qualquer coisa que me veio a mente
Sai do meu estado comum
Distrai uma cabeça conturbada finalmente
E decidi não mais viver grandes amores
Mas apreciar mais as cores
E sentir novos sabores
Nunca mais deixar me entrelaçar sentimentos avassaladores
Mas sim pequenas e curtas paixões
Que me supram o afeto
A carencia de momento
Que me deixam satisfeito
Por hora
Assim não carrego ninguém para o abismo
Me eximindo de culpas maiores que minhas angustias
Me libertando atras dos sons
Soltando a voz
Me envolvendo em novos e insignificantes lençois
Para continuar um pouco vivo
Um pouco mais só
Optei pelo caminho mais facil
Me entorpeci de qualquer coisa que me veio a mente
Sai do meu estado comum
Distrai uma cabeça conturbada finalmente
E decidi não mais viver grandes amores
Mas apreciar mais as cores
E sentir novos sabores
Nunca mais deixar me entrelaçar sentimentos avassaladores
Mas sim pequenas e curtas paixões
Que me supram o afeto
A carencia de momento
Que me deixam satisfeito
Por hora
Assim não carrego ninguém para o abismo
Me eximindo de culpas maiores que minhas angustias
Me libertando atras dos sons
Soltando a voz
Me envolvendo em novos e insignificantes lençois
Para continuar um pouco vivo
Um pouco mais só
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Algumas Palavras...
Palavras possuem o poder desconcertante
De causar boas lembranças
De trazer paz e de destruir admiração
E de aniquilar esperanças
São poucas palavras que bastam para entender a ingratidão
Para perceber como o esquecimento é conveniente
Para fazer a ilusão desaparecer e entender que ninguém muda
Nem eu e nem você
Foram algumas palavras que me fizeram esquecer o choro
Que lágrimas são um tesouro
Que não se deve atirar às pedras, nem lamentar não haver merecedor pra elas
Algumas palavras que me fizeram acreditar que eu não errei ao dizer Adeus
As dúvidas que me restavam disseram adeus também
E eu cansei de morrer cada dia
Chegou a hora de deixar você sair de mim
Agora posso seguir minha vida...
domingo, 22 de janeiro de 2012
Eu...
Talvez eu seja só mais uma soma de uns detalhes não planejados,
Decepções não resolvidas e um sentimento involuntário de aventureiro
Sou musico, sou poeta, sou amante e sou boemio
Se é assim que me fiz, é assim que sou
Na brisa da madrugada que encontro as respostas
Só mais um na névoa que gela os copos
Sou musico, sou poeta, sou amante e sou boemio
Se é assim que me fiz, é assim que sou
Na brisa da madrugada que encontro as respostas
Só mais um na névoa que gela os copos
E que inspira os cantores
A cantar coisas tristes, suas vidas e seus amores...
Sempre há dor onde há emoção,,,
O meu impulso me levou esta noite
Não resisti a tentação de buscar algo teu novamente
Não sei o que passou em minha cabeça
Quando ouvi o "alo" tudo que estava preso
Continuou preso na minha mente
Mesmo com tanto para falar
Eu engoli e fui irrelevante
Se a intensão fosse ser invísivel
Eu fui incrivel
Mas a proposta era te mostrar horizontes
Era findar essa magoa pelo menos
Para podermos
Mesmo não querendo
Seguirmos em frente
Como eu tentei, como você conseguiu
Agora o orgulho me mata de novo
Como na minha própria canção
E eu vou esperar outra chance de contar o que aprendi com tudo isso
A professora mais sabia, mas não a mais bela
Foi ela
Solidão
E ela me ensinou que sempre há dor onde há emoção
Por mais lindo, por mais que haja alegria
Em base disso...
Quem sabe um dia
Distante... eu te esqueça
Ou quem sabe outro dia eu possa te mostrar meu coração
Mais uma vez
Possa acabar com essa angustia
Que eu possa entender essa confusão
Não resisti a tentação de buscar algo teu novamente
Não sei o que passou em minha cabeça
Quando ouvi o "alo" tudo que estava preso
Continuou preso na minha mente
Mesmo com tanto para falar
Eu engoli e fui irrelevante
Se a intensão fosse ser invísivel
Eu fui incrivel
Mas a proposta era te mostrar horizontes
Era findar essa magoa pelo menos
Para podermos
Mesmo não querendo
Seguirmos em frente
Como eu tentei, como você conseguiu
Agora o orgulho me mata de novo
Como na minha própria canção
E eu vou esperar outra chance de contar o que aprendi com tudo isso
A professora mais sabia, mas não a mais bela
Foi ela
Solidão
E ela me ensinou que sempre há dor onde há emoção
Por mais lindo, por mais que haja alegria
Em base disso...
Quem sabe um dia
Distante... eu te esqueça
Ou quem sabe outro dia eu possa te mostrar meu coração
Mais uma vez
Possa acabar com essa angustia
Que eu possa entender essa confusão
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Até onde? Até quando?
Eu tento me esquivar dessa dor
E ela se renova e se multiplica dia a dia
E o que mais me machuca
É que meu olhar se ilude
Se perde
No andar dessas esquinas
E eu rasgo o meu peito em orgulho
Pois mesmo não querendo
Eu quero
Mesmo num olhar sutil
Te procuro
E procuro sim
Vestígios nessas noites vazias
E quando não há, eu me lembro de vivencias que não viram dias
Eu lembro de sonetos que não possuem três versos
Eu recuso alegria para que mesmo em face da lamúria
Eu possa te ter mais por perto
E me sinto tão pouco
A mercê da emoção
Pois meu dedo apontou um amor
Que me fez voluntário
E meu coração se doou
E num desatino inocente
De um coração imaturo, inseguro de pureza que findou
Ficou Doente
Se tornou displicente
E eu...
Dei metade de mim
E você me afundou
Por um orgulho ferido
Sendo tanto ao ego o pouco
A metade não era o bastante
E o que você me tomou
Não foi hoje
Nem foi menos
Foi a me despedaçar na avalanche.
E a síntese mais exata para resumir o meu dano
É o Todo.
E a questão que me atira ao choro
Será eternamente infindável
Até onde verdade no Antes?
Até onde apenas um sonho?
O que fez se tornar tão distante?
Meu Cárcere...
As vezes eu me sinto tão preso
Num cárcere estranho e louco,
Um cárcere onde eu estou livre para voar
E mesmo com tanto mundo para vagar
Eu me trancafiei sozinho
Atrás dessas grades que ardem em fogo
Alguns dias eu queria me apegar a algum vicio
Algo que me entorpecesse quase que completamente
Para que nada pudesse me atingir
Pelo menos não até a próxima dose
Um escape efêmero para o meu tormento
Eu gostaria que pelo menos por um dia
Objetos afiados não fossem tão atraentes
E gostaria que mesmo em momentos tão involuntários
Eu pudesse controlar esse inferno
Que por alguns segundos eu fosse um tanto menos deprimente
Ou eu caísse num mal permanente
Pra que ao menos compartilhasse essa dor
Afim de que a minha morte completa te fizesse morrer só um pouco
E você entendesse, não sentisse.
Não como eu sinto
Mas só percebesse o mal que causou
Eu imploraria por uma forma mais branda de ter você em meus pensamentos
Eu queria lembrar como se não houvesse mais mágoas
Não queria admitir que de ti eu me perco em falta
Que esse amor maldito ainda habita meu peito
E que eu posso me acostumar com a dor
Mas sinceramente
Não sei se um dia essas lágrimas vão parar de rolar.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Pense nas formas mais insanas de demonstrar um afeto
Veja cada segundo perdido
Veja a sombra num rosto se esvaindo
Seja por um segundo a razão de ver um coração aberto
E sinta em si o que você pediu a vida inteira
Peito aberto a trilhar um caminho torto
Um caminho torto, mas lindo
E sem fronteira
Que se expande a cada dia
Se renovam sentimentos
Mudanças correndo soltas
Buscando uma voz doce
A ternura
Buscando um amor sem censura
Numa voz que se mistura ao vento
Atemporal, irracional, tão pouco
Mas tão intencional
tão novo
Violento, mas tão calmo, tão sereno
Sem saber o que isso pode se tornar
Sem saber como ele pode me tomar
Veja cada segundo perdido
Veja a sombra num rosto se esvaindo
Seja por um segundo a razão de ver um coração aberto
E sinta em si o que você pediu a vida inteira
Peito aberto a trilhar um caminho torto
Um caminho torto, mas lindo
E sem fronteira
Que se expande a cada dia
Se renovam sentimentos
Mudanças correndo soltas
Buscando uma voz doce
A ternura
Buscando um amor sem censura
Numa voz que se mistura ao vento
Atemporal, irracional, tão pouco
Mas tão intencional
tão novo
Violento, mas tão calmo, tão sereno
Sem saber o que isso pode se tornar
Sem saber como ele pode me tomar
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