Sou um poeta do vazio
Do vazio que vejo e do vazio que vivo
Do vazio que escorro sobre esses papeis
Digo ao complexo que se aparta sobre esses andantes
São farsas berrantes, padrões errantes
Resultados cruéis
O que é ser realista?
Desculpa ao pessimismo?
Perca as estribas
Enjaule em si a quem oprime o seu sorriso
Antes que acredite no seu livramento
Seja a polêmica de Almodovar
Que cria e persevera
Que faz a história acontecer antes a ser vassalo dela
Pois a vida é bela...
A quem é senhor dos seus atos
Quem sabe caminhar sobre as pedras
Somente de sonhos precisa
Não se necessita sapatos
terça-feira, 29 de setembro de 2015
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Viajante que vive
Nós temos tantas estradas
A perder de vista
São construções espetaculares
Que não se comparam aos olhares
Do viajante que as cobiça
A perder de vista
São construções espetaculares
Que não se comparam aos olhares
Do viajante que as cobiça
São novas paragens a se deslumbrar
Aromas para se deleitar
Farpas para nos agredir
E dessas farpas, as feridas a cicatrizar
Aromas para se deleitar
Farpas para nos agredir
E dessas farpas, as feridas a cicatrizar
Uma vida para aprender
Um sorriso para aliviar
Histórias para se construir
E de orgulho nos despir
Amar, sentir, viver e acreditar
Um sorriso para aliviar
Histórias para se construir
E de orgulho nos despir
Amar, sentir, viver e acreditar
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