Sou um poeta do vazio
Do vazio que vejo e do vazio que vivo
Do vazio que escorro sobre esses papeis
Digo ao complexo que se aparta sobre esses andantes
São farsas berrantes, padrões errantes
Resultados cruéis
O que é ser realista?
Desculpa ao pessimismo?
Perca as estribas
Enjaule em si a quem oprime o seu sorriso
Antes que acredite no seu livramento
Seja a polêmica de Almodovar
Que cria e persevera
Que faz a história acontecer antes a ser vassalo dela
Pois a vida é bela...
A quem é senhor dos seus atos
Quem sabe caminhar sobre as pedras
Somente de sonhos precisa
Não se necessita sapatos
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