Que contraria a sí própria
Que dela só se nota a existência
Quando a ausência se faz maior
Que irônia imensa se faz nessas cores
Que deixam de existir ao se unirem em uma só
Como o mar vive seu affair?
Como pode ser esse amor libertino?
A lua linda se mostra ao mar
E o Sol passa a ser o seu mero Voyeur
Mas que triangulo de platônico imenso
Onde não há encontros e nem recomeço
No qual o Sol se esconde e a Lua ilumina
E o mar posa em seu acalanto
Desinibido ao lado do sol
E o mar posa em seu acalanto
Desinibido ao lado do sol
Entre pinturas e fotografias
Mas que irônia maior seria
Um poeta que vive de amor
Mas que irônia maior seria
Um poeta que vive de amor
Logo eu que canto os devaneios do peito
Não conseguir demonstrar meu carinho
Não conseguir declarar meus anseios
Mas porquê motivos a vida é uma verdade ardida?
Impondo a quem sente
Não conseguir demonstrar meu carinho
Não conseguir declarar meus anseios
Mas porquê motivos a vida é uma verdade ardida?
Impondo a quem sente
O tabu
Que torna o humano tão frágil
Mas absolve os de sentimento nenhum
Que torna o humano tão frágil
Mas absolve os de sentimento nenhum
E outros tolos como eu
Deixam o amor pelas calçadas
Deixam o amor pelas calçadas
Porque de amor sente muito
Mas de coragem, nada.
Nenhum comentário:
Postar um comentário