Em alguns momentos que posso apreciar a quietude
Consigo distinguir os sons de cada ruido em meio a serenidade
Extasiado com a tranquilidade e o silencio
O silencio que nem cala nem consente
Não agrega, mas também não ilude
E me põe a pensar no tempo como uma ilusão
Nas madrugadas os prazos não vencem,
o mundo não gira
O café não esfria
Nada estraga as madrugadas, a não ser o dia
E eu que nunca vi a paz de frente, indago:
Será que a paz não seria a madrugada quando se traveste?
Nesse espaço tão breve
Entre o estrelar e o sol nascente?
É nessas madrugadas em que eu devaneio
É nessa paz que mantenho minha mente
Consigo distinguir os sons de cada ruido em meio a serenidade
Extasiado com a tranquilidade e o silencio
O silencio que nem cala nem consente
Não agrega, mas também não ilude
E me põe a pensar no tempo como uma ilusão
Nas madrugadas os prazos não vencem,
o mundo não gira
O café não esfria
Nada estraga as madrugadas, a não ser o dia
E eu que nunca vi a paz de frente, indago:
Será que a paz não seria a madrugada quando se traveste?
Nesse espaço tão breve
Entre o estrelar e o sol nascente?
É nessas madrugadas em que eu devaneio
É nessa paz que mantenho minha mente
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